Há muitos anos atrás, havia uma senhora de nome Aryon, uma mãe que perdera o seu marido numa grande batalha contra o mal. Esta, todos os dias, desejava que Deus se vingasse da morte do marido e esse seu desejo foi concebido.
Em Chunjo, a sua aldeia, apareceram quatro guerreiros com poderes magníficos que prometeram a Aryon que se vingariam da morte do seu marido. Devido à vitória do mal, a aldeia entrou numa espécie de maldição: caíram pedras malditas, apareceram animais selvagens e demónios dominaram toda a aldeia. Mas a missão destes guerreiros era a de terminarem com tamanho pesadelo. Estes lutariam até que a maldição fosse removida. Deus ajudou-os e abençoou-os com todos os seus poderes.
Nessa mesma aldeia, havia professores, doutores e estudantes que descobriam novas poções que ajudariam esses mesmos guerreiros. O tempo foi passando e os guerreiros estavam cada vez mais poderosos, graças a toda a ajuda.
Na véspera de Natal, os guerreiros estavam preparados, mental e fisicamente, para a grande batalha contra o mal.
Na aldeia, pairava o medo e ninguém escondia a sua preocupação, temendo o resultado final da batalha. Uns rezavam, enquanto que outros optavam por se esconder em casa.
Chegara a hora. Uriel, o grande biólogo que confecionava poções, a partir de plantas, encontrou uma fórmula que ajudaria os guerreiros a recuperar mais rapidamente dos seus ferimentos.
Os quatro guerreiros montaram cada qual o seu cavalo, armados e confiantes, e puseram-se a caminho. Dirigiram-se para uma torre com nove pisos, na qual se escondia o derradeiro chefe, o “Fantasma da Morte”. Os guerreiros subiram os inúmeros pisos, até que encontraram o demónio mais temido de todos. Com o ensino dos professores, as poções de Uriel e a bênção de Deus, os quatro guerreiros conseguiram derrotar o “Fantasma da Morte”.
A maldição foi destruída e, com isso, o falecido marido de Aryon ressuscitou. Este Natal passou a ser o mais inesquecível de todos, ao ponto de, a partir daquele momento, a aldeia ter passado a chamar-se “Natal”. E nunca mais houve quem enfrentasse esta aldeia na qual imperava a união e a amizade.
Carlos Xará e Tiago Guimarães, 9º A
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