Quarta-feira, 14 de Dezembro de 2011

E de repente é Natal…

Todos os anos, no mesmo dia, acontece a mesma coisa. A família reúne-se e há uma festa, mas o Natal não é igual para toda a gente. Para alguns, o Natal é diferente, há pessoas que nem família têm, por isso não podem festejar este dia. Estas são pessoas que vivem na rua ou são rejeitadas pela família, mas ainda há quem se preocupe e ajude quem precisa.

Mas este ano algo de diferente vai acontecer…

Um homem chamado Roger, o único homem rico que se preocupa com as pessoas pobres, vai conseguir dar o Natal tão desejado a quem, realmente, quer um Natal. As pessoas que pensavam que nunca iam ter um Natal de felicidade e paz entre todos, afinal vão ter. “Será que nem as pessoas mais pobres podem ter um Natal? “, dizia Roger para si mesmo.

Então tudo começa… as pessoas mais ricas, que estão separadas das mais pobres por motivos financeiros, têm as ruas, da sua parte de cidade, enfeitadas com coisas caras e chiques, mas as pessoas pobres têm tudo normal, sem enfeites nem luzes de Natal.

Roger não aguentava mais esta situação e por isso teve a ideia de arranjar todos os materiais velhos que as pessoas tinham nas suas casas e começou a enfeitar as ruas daquela parte da cidade, que era a mais pobre. Depois de umas horas tudo estava pronto, as pessoas ficaram boquiabertas quando viram a sua parte da cidade iluminada e enfeitada. Chegou o dia da véspera de Natal e as pessoas que só recebiam um “nadinha” de dinheiro foram comprar as

prendas e a comida tradicional, o bacalhau, o peru e o borrego…

Já era de noite e Roger aparece para celebrar o Natal com aquelas pessoas que pela primeira vez vão ter um Natal. A noite foi longa e tudo correu bem. As pessoas agradeceram a Roger o grande Natal que estavam à espera há muito tempo e que ele era criador daquela grande família que se gerou a partir desse dia.

Todos os Natais depois deste foram sempre assim com muita alegria, paz, felicidade, harmonia e, sobretudo, em família. Atitude como a do Roger não se vê muito por aí, mas são estas pequenas coisas que dão prazer aos outros.


Bem, como todos os contos têm um fim, este é o fim do meu conto: que todas as pessoas tenham um feliz Natal!

Rafaela Conceição 9º C

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