Poetar não é só pegar numa caneta e escrever uma ou duas estrofes. Não é só inspirar, expirar e pensar no que se há-de escrever. Ser poeta não é só recitar poemas a “donzelas” ou “príncipes”.
É, sim, falar mais alto do que qualquer um. É como se a nossa voz “andasse” a vários quilómetros luz, em direcção a algo ou alguém, bem longínquos, e só voltasse após alguns dias ou, até, meses.
É atirarmo-nos de um penhasco ou do Monte Evereste e flutuarmos no ar, como uma nuvem no céu. É vivermos no paraíso, sem drogas, ladrões, tudo o que seja mau.
É dar beijos às letras, amá-las eternamente, ouvi-las cantar, sussurrando aos nossos ouvidos, “brincando” connosco, ensinando-nos a ler e a escrever, a saber ouvir e a contar sempre com a felicidade.
É ser “escravo” do próprio poema, das próprias palavras. É ficar sempre na memória de qualquer ser vivo. É ter o nosso nome escrito nas estrelas…
Marta Pereira, 10ºC
segunda-feira, 20 de Abril de 2009
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