segunda-feira, 20 de Abril de 2009

Amo-te!

Sem nada para fazer, sem nada em que pensar, sem nada de nada.
Sinto-me assim, como se fosse uma tela sem pintura, um cantou que perdeu a voz, um passarinho com as asas partidas, um oceano sem peixes. Enfim, um mundo sem vida!
Num dia, disseste-me: “És bué linda!”.
Num outro proferiste: “Adoro-te!”.
E houve mais outro em que afirmaste: “Vivo para te ver sorrir.”. Entre muitos outros dias …
Desculpa, mas não imaginava que me iria apaixonar por ti, ainda por cima desta maneira tão forte, tão doce, tão intensa …
Apaixonar-me por ti não foi um erro, apesar de ter pensado que sim. Foi uma grande oportunidade que surgiu para me transportar para o infinito … Talvez o melhor que me tenha acontecido.
Mas o meu coração está partido, custa-me respirar … Obrigada por seres aquela pessoa tão importante e especial que existe no meu pequeno mundo.
Permanece em mim o silêncio e o desespero do Amor pelo facto de este sentimento tão contraditório não ser correspondido.
Com todas as minhas forças, desejo, ardentemente, que regresses e eu vou continuando a sorrir … só pelo simples facto de existires.
Amo-te …

Ana Helena, 10º C

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