Certo dia, enquanto o sol brilhava, um curioso homem decidiu consultar um velho sábio, do qual ouvira falar e que, segundo a história se dizia que sabia todas as coisas, tinha lido todos os livros e estudado todas as matérias. Era um velho só, que vivia numa bonita casa de madeira no cimo de uma montanha, onde o sol brilhava com mais intensidade e se respirava o ar mais puro das redondezas. Na sua solidão, o velho sábio tinha a única companhia do seu gato malhado, para o qual gostava de ler, todas as noites, uma história de pessoas felizes, enquanto observava as estrelas atentamente. Se lhe perguntarem, porventura, se conheceu outras paragens, o velho dir-vos-á que toda a sua “vida” se limitou aos prados verdejantes que se avistam da janela do sótão.
Os seus pais eram pessoas muito sérias que nunca lhe sorriam, nem o mimavam, a única coisa que algum dia lhe fizeram foi ensiná-lo a ler. Passava os dias da sua infância a observar os pássaros e sonhava um dia poder voar como eles. Numa manhã cinzenta, os seus pais partiram, e deixaram-lhe como herança a rica biblioteca. Cresceu rodeado de livros, que lia diariamente. Enquanto jovem, teve medo de arriscar outras paragens e permaneceu no lugar onde foi criado. Educou-se praticamente sozinho e foi adquirindo cada vez mais e mais conhecimentos, que nunca partilhou com ninguém, porque simplesmente não convivia.
Agora, velho, todos os seus dias eram iguais, as paisagens eram as mesmas e os pássaros não voavam mais sobre a sua casa, pois a sua solidão entristecia-os.
Decorrida uma longa viagem, durante a qual atravessou fortes ventos e tempestades, o tal homem encontrou finalmente a casa do velho. Bateu à porta, e, ao abrir, o velho assustou-se, mas lá o deixou entrar. O homem disse-lhe que o procurava, pois sentia-se intrigado, por não saber o que era afinal a vida. O velho prontamente sacou do dicionário e disse: ‘vida é o tempo que decorre desde o nascimento até à morte’. O homem, desiludido, olhou o velho com desdém e este sentiu-se ainda mais infeliz do que já era.
O homem não entendia como é que um velho tão sábio, como se dizia, limitou a vida à definição do dicionário.
A explicação é bastante simples…para o velho a vida não passava daquilo mesmo. Nunca tinha conhecido pessoas ou locais, nunca tinha ouvido música ou cantado, nunca tinha rido, nunca se tinha apaixonado, nunca tinha cometido erros, porque, simplesmente, a sua vida nunca o levou a lutar por algo, nunca teve amigos e muito menos algum dia ouviu falar em amor, nunca teve oportunidade de partilhar com alguém tudo o que aprendeu. Então de que lhe valeu a sabedoria se nunca voou como os pássaros?
Iara Ferreira 10º B
terça-feira, 25 de Março de 2008
domingo, 16 de Março de 2008
Um passeio à beira-mar…
…A noite calma cai. O som do pranto, confunde-se com o ruído das águas revoltas. Persigo pela mancha deixada à beira-mar e, a meus pés, sucumbe a alva macia das ondas sem fôlego.
Tropeço numa irregularidade, perco a percepção do rumo a tomar. Lá longe, avisto apenas um náufrago, perdido, também ele, no grande mar.
Olho em direcção ao Alto, o manto azul enegrecido cobre-se de nódoas escuras e pesadas. Avizinha-se, pela humidade do tempo, uma perigosa tempestade. Corro, assim, perdida na grande praia, movida pelo medo de ser engolida nesse tempestuoso vendaval.
Pergunto ao Céu para onde ir e, do silêncio ensurdecedor, oiço um vazio. Rompem-se revoltosas forças de águas, estendidas por um imenso azul verdejante.
No final, rebolo nesse areal frio e duro, repleto de algas que cobrem as ruínas daquele naufrágio causado pela Natureza.
Pabla Marques S3C
Tropeço numa irregularidade, perco a percepção do rumo a tomar. Lá longe, avisto apenas um náufrago, perdido, também ele, no grande mar.
Olho em direcção ao Alto, o manto azul enegrecido cobre-se de nódoas escuras e pesadas. Avizinha-se, pela humidade do tempo, uma perigosa tempestade. Corro, assim, perdida na grande praia, movida pelo medo de ser engolida nesse tempestuoso vendaval.
Pergunto ao Céu para onde ir e, do silêncio ensurdecedor, oiço um vazio. Rompem-se revoltosas forças de águas, estendidas por um imenso azul verdejante.
No final, rebolo nesse areal frio e duro, repleto de algas que cobrem as ruínas daquele naufrágio causado pela Natureza.
Pabla Marques S3C

(foto: cátia (sofia)).
Falava de imensas coisas, tudo a entusiasmava.
Nunca tive grande paciência para isso. Cansava-me demasiado rápido, na verdade acho que nunca cheguei a tentar ouvir uma conversa até ao fim.
Ela reparava, fugia e escondia-se.
Fechava-se lá no “mundo dela”, como eu costumava dizer.
Saía e ia para o baloiço. Pensava para mim 'com aquela idade ainda necessita de um baloiço', nunca cheguei a entender o que é que ela via nele.
Era velho, ferrugento e ainda por cima fazia barulho.
Lembro-me de uma vez olhar pela janela e vê-la a falar sozinha para ele, talvez fosse uma forma de desabado para ela. Para mim era estranho, na minha infância não era assim.
Os tempos mudam/passam e a paciência esgota-se.
Sofia Moreira 10ºB
(foto: sofia (helder zuzarte)).
O mundo roda sobre nós, sempre rodou.
Só hoje é que me apercebi disso.
Não, não foi tarde de mais.
Apercebi-me também que tentei dar-lhe tudo o que me restava,
tudo aquilo que alguém para viver necessita.
Sim, ele por momentos reconheceu isso, mas foram raras as vezes.
Agora virou as costas ao mundo e seguiu por outro caminho.
Nem uma única palavra disse, apenas deixou ficar as recordações.
Boas, más, mas deixou-as ficar.
E eu ?! eu só tenho que aceitar isso.
Custa, não digo que não, mas só peço que quando essa tua ilusão acabar, não voltes.
Sofia Moreira 10ºB
quinta-feira, 13 de Março de 2008
«Anotações...
«Anotações...
Há por vezes na 'vida' experiências reveladoras de como a linguagem (no sentido psicológico e mental do termo) nos pode 'trair', e até confundir num diálogo com alguém mais próximo. De facto, os limiares, ou limites, da linguagem-instrumento são tão finos, e desde logo, imperceptíveis, que intuitivamente (no sentido fenomenológico e transcendental do termo) acabamos por nos dar conta de que reduzimos a 'coisa' (o substractum do que nos move interiormente e inspira) a objecto, logo ao esvaziamento da sua 'luz' (no sentido agustiniano) e do seu poder revelador de sentido(s), fundamentais para a existência de cada um. Não existindo o diálogo (no sentido narrativo), resta um manancial de não-ditos que ficam por dizer, de silêncio(s) que ficam por quebrar e os consequentes mal-entendidos que ficam por desfazer, e/ou interpretar.
Vale sempre a pena desconstruir e reinterpretar sob nova(s) luz(es) tudo aquilo que damos por adquirido….até o amor e a amizade.»
Stella Z. Azevedo
Há por vezes na 'vida' experiências reveladoras de como a linguagem (no sentido psicológico e mental do termo) nos pode 'trair', e até confundir num diálogo com alguém mais próximo. De facto, os limiares, ou limites, da linguagem-instrumento são tão finos, e desde logo, imperceptíveis, que intuitivamente (no sentido fenomenológico e transcendental do termo) acabamos por nos dar conta de que reduzimos a 'coisa' (o substractum do que nos move interiormente e inspira) a objecto, logo ao esvaziamento da sua 'luz' (no sentido agustiniano) e do seu poder revelador de sentido(s), fundamentais para a existência de cada um. Não existindo o diálogo (no sentido narrativo), resta um manancial de não-ditos que ficam por dizer, de silêncio(s) que ficam por quebrar e os consequentes mal-entendidos que ficam por desfazer, e/ou interpretar.
Vale sempre a pena desconstruir e reinterpretar sob nova(s) luz(es) tudo aquilo que damos por adquirido….até o amor e a amizade.»
Stella Z. Azevedo
quarta-feira, 12 de Março de 2008
São teus os meus pensamentos
mais profundos,
junto a ti eu sou mais eu
completamente feliz.
Como posso agradecer
tanta luz, tanta emoção?
Só o que penso é entregar-te
minha alma e o meu coração.
Josué Ferreira
10º G
mais profundos,
junto a ti eu sou mais eu
completamente feliz.
Como posso agradecer
tanta luz, tanta emoção?
Só o que penso é entregar-te
minha alma e o meu coração.
Josué Ferreira
10º G
segunda-feira, 10 de Março de 2008
"Ela"
Por agora, ela vive sabendo que muita gente lhe quer dar o que ela quer; e ela renuncia, não os quer. Porquê? Porque o que ela quer não quer que lhe seja dado simplesmente. Ela quer alguém que veja que quer e veja também que não quer que lhe dêem, mas que veja e dê, sem ela saber, para poder escolher e ser ela a fazer, mas sem dar a entender que quer, mesmo sabendo que ele sabe que quer. Isto é o que lhe dá prazer. Não parecendo...ela sabe viver, sabe ver, sabe querer, saber escolher.
Ana Rita 10ºB
Ana Rita 10ºB
sexta-feira, 7 de Março de 2008
Cresci…
Cresci! Vi brotar dentro de mim,
Esse olhar diferente de antes!
Cresci! E, não mais posso voltar:
Àquele passado sem regra,
Àquela vontade, vaidade de cá pertencer.
Cresci num pulo, sem tempo de percepção!
Foi num ápice, num momento,
Um compreender diferente que
Altera, dilacera e, faz olhar-me!
Faz ver tudo que não tive,
Aquilo que não vivi !
Tudo porque cresci....
Quando de mim eu senti,
Brotar esse olhar diferente,
Do outro que não mais terei.
Desse mesmo que pulei, num ápice sem percepção.
Isto tudo eu compreendo,
Hoje, de forma diferente
Da minha outra compreensão que, não altera nem dilacera.
Onde tive o que não tenho e,
Tudo o que não mais terei.
Lá atrás! Nesse meu passado de antes!
Pabla Marques S3C
Esse olhar diferente de antes!
Cresci! E, não mais posso voltar:
Àquele passado sem regra,
Àquela vontade, vaidade de cá pertencer.
Cresci num pulo, sem tempo de percepção!
Foi num ápice, num momento,
Um compreender diferente que
Altera, dilacera e, faz olhar-me!
Faz ver tudo que não tive,
Aquilo que não vivi !
Tudo porque cresci....
Quando de mim eu senti,
Brotar esse olhar diferente,
Do outro que não mais terei.
Desse mesmo que pulei, num ápice sem percepção.
Isto tudo eu compreendo,
Hoje, de forma diferente
Da minha outra compreensão que, não altera nem dilacera.
Onde tive o que não tenho e,
Tudo o que não mais terei.
Lá atrás! Nesse meu passado de antes!
Pabla Marques S3C
As portas foram trancadas. O vento deixou de se fazer sentir. Quis a todo o custo, abrir uma porta. Uma apenas. Ou um quarto dela. Vendia vazio para quem quisesse. A noite estava fria, o meu corpo tal como ela, mas vazio. Arranhei a voz e tentei inevitavelmente fazer-me ouvir. Sentia-me fraca, a derreter. Dei pontapés na parede, com medo de morrer, ou de me sentir menos viva. A estagnação de sentimentos alterava-se a torto e a direito. E cansei-me. Cansei-me de ouvir histórias mal contadas, papéis mal escritos, sonhos inacabados. Fui vasculhar o nosso refúgio, sem que soubesses. Procurar sorrisos, toques, palavras. Descobri o teu nome. Relembrei-o. Chamei por ti, gritei-te. O exterior da casa (vazia e neutra de cores) estava ainda mais frio do que o pouco quente que se fazia cá dentro. Mas abri a porta, calmamente, silenciosamente, e gritei muito. O teu nome teve eco por toda a parte. Escreveu-se em todo o lado. Não se dissolveu. Não deixei.
Vagueei indefinidamente por aí. Sonhei-te várias vezes. Percorro o meu subconsciente para ver se encontro, por momentos vagos, dentro de mim.
Nunca quis tocar-te, como hoje quero. O nosso refúgio cheira a vazio. Num som baixo, ouço leves acordes de uma guitarra. A música enche-me a alma, mas não me aquece nem me preenche.
O preto negro do quarto, ao qual não me apetece dar-lhe luz, relembra-me de ti.
És tanto num pedaço de céu que acabei por pintar sozinha porque não sei de ti. E algures, encontro histórias de retalhos desse céu pintado, por aí.
Inquieta, sobre a madrugada, leio a caixinha de textos que um dia escrevi. Adequam-se a ti. Tudo que gira na minha esfera, se encontra contigo num ponto qualquer de rectas curvas.
Estás tão perto de tudo o que me é, e não te vejo.
Há muito tempo que não me observo no espelho, há muito tempo que o desejo de escrever se esfumou, por outro qualquer.
Talvez pelo desejo de te desenhar nas paredes brancas.
Entre nós dois, a parede é branca. E o tecto é descoberto.
No silêncio da madrugada, tudo é mais vazio. A cor das minhas emoções esfuma-se. Estou cansada de chatices entre nós. Quero esconder-te debaixo dos meus lençóis e ter-te só para mim. Entender-te e pensar-te à nossa maneira. Sonhar-te e tocar-te sem realmente te tocar.
Ter-te ali, no nosso refúgio intimista. E amar-te, como se ama aquele amigo que nos viu crescer, que nos viu mudar, que nos viu cair de bicicleta e levantar com um braço partido. Amar-te como quem ama a vizinha da frente, que víamos todos os dias de manha, com quem falávamos sobre tudo e sobre nada, em quem confiávamos e brincávamos.
És, o meu segredo mais bem guardado.
E aguardo-te, silenciosamente, para que ninguém oiça, nem saiba, nem venha.
O nosso refúgio é o melhor porto de abrigo. É o baú de segredos que guardo carinhosamente.
E sei, que és, o melhor de todos os que aqui guardo.
Sei-te de cor.
Sofia Rodrigues. 12ºE
Vagueei indefinidamente por aí. Sonhei-te várias vezes. Percorro o meu subconsciente para ver se encontro, por momentos vagos, dentro de mim.
Nunca quis tocar-te, como hoje quero. O nosso refúgio cheira a vazio. Num som baixo, ouço leves acordes de uma guitarra. A música enche-me a alma, mas não me aquece nem me preenche.
O preto negro do quarto, ao qual não me apetece dar-lhe luz, relembra-me de ti.
És tanto num pedaço de céu que acabei por pintar sozinha porque não sei de ti. E algures, encontro histórias de retalhos desse céu pintado, por aí.
Inquieta, sobre a madrugada, leio a caixinha de textos que um dia escrevi. Adequam-se a ti. Tudo que gira na minha esfera, se encontra contigo num ponto qualquer de rectas curvas.
Estás tão perto de tudo o que me é, e não te vejo.
Há muito tempo que não me observo no espelho, há muito tempo que o desejo de escrever se esfumou, por outro qualquer.
Talvez pelo desejo de te desenhar nas paredes brancas.
Entre nós dois, a parede é branca. E o tecto é descoberto.
No silêncio da madrugada, tudo é mais vazio. A cor das minhas emoções esfuma-se. Estou cansada de chatices entre nós. Quero esconder-te debaixo dos meus lençóis e ter-te só para mim. Entender-te e pensar-te à nossa maneira. Sonhar-te e tocar-te sem realmente te tocar.
Ter-te ali, no nosso refúgio intimista. E amar-te, como se ama aquele amigo que nos viu crescer, que nos viu mudar, que nos viu cair de bicicleta e levantar com um braço partido. Amar-te como quem ama a vizinha da frente, que víamos todos os dias de manha, com quem falávamos sobre tudo e sobre nada, em quem confiávamos e brincávamos.
És, o meu segredo mais bem guardado.
E aguardo-te, silenciosamente, para que ninguém oiça, nem saiba, nem venha.
O nosso refúgio é o melhor porto de abrigo. É o baú de segredos que guardo carinhosamente.
E sei, que és, o melhor de todos os que aqui guardo.
Sei-te de cor.
Sofia Rodrigues. 12ºE
quinta-feira, 6 de Março de 2008
Receita para fazer um adolescente
Ficha Técnica:
Custo: Elevado
Grau de dificuldade: Elevadíssimo
Tempo de preparação: 12 anos
Para: Quem precisar
Preparação: Unte, com sete colheres de desportivismo, um tabuleiro e forre-o depois com papel vegetal. Junte os dois olhos verdes com água quente, adicione quatro colheres de sopa de amizade e bata até ficar em creme. Junte as 3 colheres de solidariedade em castelo, aos poucos com as duas de sopa de felicidade. Deite o preparado no tabuleiro e leve a cozer no forno bastante quente cerca de 12 anos. Depois retire, polvilhe com um pouco de pó de bom-humor, desenforme sobre um pano e deixe arrefecer. E está pronto a servir.
Miguel Paulino, 8ºB
Ficha Técnica:
Custo: Elevado
Grau de dificuldade: Elevadíssimo
Tempo de preparação: 12 anos
Para: Quem precisar
Preparação: Unte, com sete colheres de desportivismo, um tabuleiro e forre-o depois com papel vegetal. Junte os dois olhos verdes com água quente, adicione quatro colheres de sopa de amizade e bata até ficar em creme. Junte as 3 colheres de solidariedade em castelo, aos poucos com as duas de sopa de felicidade. Deite o preparado no tabuleiro e leve a cozer no forno bastante quente cerca de 12 anos. Depois retire, polvilhe com um pouco de pó de bom-humor, desenforme sobre um pano e deixe arrefecer. E está pronto a servir.
Miguel Paulino, 8ºB
segunda-feira, 3 de Março de 2008
“O que não te mata torna-te mais forte”
Existem pessoas que não tiveram, na longa estrada da vida, a sorte como aliada e acabaram, por um motivo ou outro, por ficar com uma fisionomia diferente de um ser humano “normal”. Perante esse infortúnio, tiveram força suficiente para encarar a vida de olhos postos no futuro e lutaram para melhorar a sua qualidade de vida. Não se calaram. Não se fecharam. Não perderam a garra nem a vontade de sonhar, a capacidade de discutir. Continuaram a ter fé na vida e a alimentar a esperança de uma vida melhor. Apesar das vicissitudes da vida, uniram-se aos sonhos e criaram maneiras para lidar com as suas frustrações. Aprenderam a construir a tolerância. Exploraram caminhos com coragem. Encontraram força na fragilidade e dignidade no sofrimento.
Cada ser humano tem um potencial intelectual enorme para ser explorado e para isso devemos ter em mente que a grandeza do ser humano reside na sua humildade, na compreensão das suas limitações.
“Os fracos julgam e excluem, mas os fortes incluem e compreendem”
A sabedoria está a morrer num mundo lógico, consumista e imediatista, daí que as sociedades estejam a converter-se numa indústria de pessoas cruéis que discriminam o diferente.
O padrão incomum de beleza difundido na sociedade penetra no inconsciente colectivo das pessoas, produz conflitos com a auto-imagem e gera a rejeição e a discriminação. Só por serem diferentes não quer dizer que se tornem escravos da sociedade. Cada um de nós possui uma beleza única, que não tem nada a ver com o peso, a altura, a cor da pele e a anatomia do corpo.
As pessoas não conhecem o valor da inclusão social e a importância de conviver com as pessoas diferentes. Não compreendem que os maiores erros cometidos pela humanidade ocorrem pelo facto de não se aceitar e não respeitar as pessoas com deficiências. Quem não é capaz de aceitar essas pessoas comete atrocidades nas relações sociais. A nossa espécie está doente! Doente devido à discriminação, à falta de respeito, à falta de solidariedade e à dificuldade de inclusão social e prejudica gravemente a formação da personalidade de cada pessoa singular.
“Nunca valorizem um defeito físico de um indivíduo ou um comportamento que achem estranho. Valorizem as qualidades e respeitem as diferenças”
Se não queres ser rejeitado, inclui! Aprende a gostar do que é diferente e cria amizades com uma raíz que suporte os invernos da existência.
Vocês, pessoas que, com o decorrer da vida, se tornaram frágeis e vulneráveis a certos tipos de atitudes perante o que rejeita, não tenham medo da vida só porque esta vos tornou diferentes. Não tenham medo de viver!
Não há céu sem tempestades, nem caminhos sem acidentes. Só é digno do pódio quem usa as derrotas para o alcançar.
Lutem sempre pelo que amam e vençam!
Com carinho,
Fabiana Moreira
12ºB
Cada ser humano tem um potencial intelectual enorme para ser explorado e para isso devemos ter em mente que a grandeza do ser humano reside na sua humildade, na compreensão das suas limitações.
“Os fracos julgam e excluem, mas os fortes incluem e compreendem”
A sabedoria está a morrer num mundo lógico, consumista e imediatista, daí que as sociedades estejam a converter-se numa indústria de pessoas cruéis que discriminam o diferente.
O padrão incomum de beleza difundido na sociedade penetra no inconsciente colectivo das pessoas, produz conflitos com a auto-imagem e gera a rejeição e a discriminação. Só por serem diferentes não quer dizer que se tornem escravos da sociedade. Cada um de nós possui uma beleza única, que não tem nada a ver com o peso, a altura, a cor da pele e a anatomia do corpo.
As pessoas não conhecem o valor da inclusão social e a importância de conviver com as pessoas diferentes. Não compreendem que os maiores erros cometidos pela humanidade ocorrem pelo facto de não se aceitar e não respeitar as pessoas com deficiências. Quem não é capaz de aceitar essas pessoas comete atrocidades nas relações sociais. A nossa espécie está doente! Doente devido à discriminação, à falta de respeito, à falta de solidariedade e à dificuldade de inclusão social e prejudica gravemente a formação da personalidade de cada pessoa singular.
“Nunca valorizem um defeito físico de um indivíduo ou um comportamento que achem estranho. Valorizem as qualidades e respeitem as diferenças”
Se não queres ser rejeitado, inclui! Aprende a gostar do que é diferente e cria amizades com uma raíz que suporte os invernos da existência.
Vocês, pessoas que, com o decorrer da vida, se tornaram frágeis e vulneráveis a certos tipos de atitudes perante o que rejeita, não tenham medo da vida só porque esta vos tornou diferentes. Não tenham medo de viver!
Não há céu sem tempestades, nem caminhos sem acidentes. Só é digno do pódio quem usa as derrotas para o alcançar.
Lutem sempre pelo que amam e vençam!
Com carinho,
Fabiana Moreira
12ºB
“Cada aluno é um diamante que bem lapidado brilhará para sempre”
Analisando criticamente a situação dos diferentes ramos educacionais e, fazendo um balanço em termos de finalidades e objectivos, procedimentos e métodos, resultados e efeitos, têm-se notado, ao longo dos anos, que o ‘papel de professor’ tem vindo a degradar-se e a ser marginalizado. Os professores não são valorizados socialmente como merecem, não aparecem nas notícias que passam na televisão, vivem apenas no anonimato das salas de aula, mas são os únicos detentores do poder de causar uma revolução social. Com uma das mãos, eles escrevem no quadro, com a outra, movem o mundo, pois trabalham com a maior riqueza da sociedade: a juventude.
Os professores são tão ou mais importantes que os pais, os polícias ou os médicos. Os professores lavram os solos da inteligência dos jovens para que eles aprendam a ser pensadores, para que eles não adoeçam e sejam curados pelos médicos ou que cometam crimes e sejam presos pelos polícias. Os professores ajudam-nos a descobrir que as pessoas frágeis usam a força e as pessoas fortes, a inteligência e, principalmente, ensinam a apaixonarmo-nos pela vida e pela humanidade e a ver que mais importante do que sermos negros ou brancos, ricos ou pobres, somos seres humanos e devemos valorizar a nossa própria essência e respeitar ‘o diferente’.
Os professores mudam a nossa mente e nós mudamos o mundo. Com eles aprendemos que sem dinheiro não compramos comida, mas sem educação não reconhecemos o nosso próprio valor e não aprendemos que a vida e a sabedoria não têm preço.
“Os professores são os sacerdotes da inteligência e a escola é o solo mais sagrado da sociedade, o palco solene da paz...”
São professores? Muito mais!
São educadores? Ainda mais!
São vendedores de sonhos! Vendem sonhos para o deprimido se animar, para o tímido ousar, para o ansioso ficar tranquilo, para o pensador criticar e criar.
Que nós, alunos, sejamos grandes sonhadores, pois sem sonhos, somos servos! Sem sonhos, limitamo-nos a obedecer a ordens! E se sonharmos, não podemos ter medo de caminhar! Se caminharmos, não podemos ter medo de tropeçar! Se tropeçarmos, não podemos ter medo de chorar! A vida tem quatro fases: o andar, o tropeçar, o cair e o voltar a andar, pois não há caminhos sem acidentes.
Lembrem-se: dêem sempre uma oportunidade a vocês próprios, pois a liberdade só é real se, após falharmos, tivermos o direito de recomeçar.
Fabiana Moreira
12ºB
Os professores são tão ou mais importantes que os pais, os polícias ou os médicos. Os professores lavram os solos da inteligência dos jovens para que eles aprendam a ser pensadores, para que eles não adoeçam e sejam curados pelos médicos ou que cometam crimes e sejam presos pelos polícias. Os professores ajudam-nos a descobrir que as pessoas frágeis usam a força e as pessoas fortes, a inteligência e, principalmente, ensinam a apaixonarmo-nos pela vida e pela humanidade e a ver que mais importante do que sermos negros ou brancos, ricos ou pobres, somos seres humanos e devemos valorizar a nossa própria essência e respeitar ‘o diferente’.
Os professores mudam a nossa mente e nós mudamos o mundo. Com eles aprendemos que sem dinheiro não compramos comida, mas sem educação não reconhecemos o nosso próprio valor e não aprendemos que a vida e a sabedoria não têm preço.
“Os professores são os sacerdotes da inteligência e a escola é o solo mais sagrado da sociedade, o palco solene da paz...”
São professores? Muito mais!
São educadores? Ainda mais!
São vendedores de sonhos! Vendem sonhos para o deprimido se animar, para o tímido ousar, para o ansioso ficar tranquilo, para o pensador criticar e criar.
Que nós, alunos, sejamos grandes sonhadores, pois sem sonhos, somos servos! Sem sonhos, limitamo-nos a obedecer a ordens! E se sonharmos, não podemos ter medo de caminhar! Se caminharmos, não podemos ter medo de tropeçar! Se tropeçarmos, não podemos ter medo de chorar! A vida tem quatro fases: o andar, o tropeçar, o cair e o voltar a andar, pois não há caminhos sem acidentes.
Lembrem-se: dêem sempre uma oportunidade a vocês próprios, pois a liberdade só é real se, após falharmos, tivermos o direito de recomeçar.
Fabiana Moreira
12ºB
Subscrever:
Mensagens (Atom)