sexta-feira, 21 de Novembro de 2008

Raiva!

Aguenta a chaga, quando o mundo desabar sobre ti,
Lança a praga, neste cenário devastado
que, até então, nunca vira.

Segura a vela que te ilumina, não a deixes apagar,
O mesmo sucede com a vida, quando deixas de sonhar.
Limita-te a encarar uma realidade, por mais dura que seja.

O teatro mais bonito termina,
Quando a traição o fecha.
Sorrisos são sorrisos, os mais puros limitados.
Temporiza a acção, não entres de olhos fechados

Tirei a venda dos meus olhos
E a mentalidade de criança acabou.
No fundo do túnel, eu caí,
Quando a sua luz se apagou …

Não sou dura, mas sou pura,
Quando os meus olhos choram.
As minhas lágrimas lançadas
Já moram no Inferno,
Mas eu vivo, porque alguém me levantou!

Ana Valente (10º C)

25 de Outubro de 2008

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