Somos seres humanos, não animais, porquê a guerra? Dizemo-nos seres desenvolvidos, com grandes tecnologias, com capacidade de louvar e ainda existe guerra?!
Deixa-me transtornado o facto de pensar que crianças entre os oito e os catorze anos são recrutadas para virem a ser bombistas-suicidas. É verdade que apenas deparamos com estas situações cruéis em países menos desenvolvidos, mas pergunto-me: aqueles países que se dizem desenvolvidos também não estão envolvidos nos actos bélicos? Perante isto, penso sobre se existem, realmente, países muito desenvolvidos.
O certo é que existem pessoas a morrer à fome, mas os países insistem em investir em armamento de guerra, por exemplo Portugal, um país pequeno, cuja gestão financeira deveria ser feita de forma a que se acabasse com os problemas relacionados com a fome existencial, mas não, deparamo-nos com um grande investimento em submarinos e pistolas. Não sei o que dizer perante isto… O que se passa com o mundo é, realmente, grave. Todos temos conhecimentos, todos somos cívicos, ou dizemo-nos cívicos, mas, perante estes problemas com que nos deparamos, não sei, realmente, se somos assim tão civilizados!...
Quando se fala em guerra, todos ficam espantados e com um sentimento de mágoa pelas pessoas que estão em guerra, mas temos de ver que estas existiram, existem e vão continuar a existir, se só houver um sentimento de dor. Temos, por isso, de fazer algo para alterar esta situação. Sim, porque, se não somos nós, “mundo desenvolvido”, quem vai ser?
Estamos mesmo perante um grande problema e a resolução não parece estar à vista.
Tiago Coelho (12ºE)
sexta-feira, 21 de Novembro de 2008
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