quinta-feira, 5 de Novembro de 2009

One Love

Cima is ta dzê n'inglês
I love you, I need you
Quero dizer também em Português
Eu amo-te, eu preciso de ti
E não há nada que levar a mal
Ma nôs ê, tud igual
I know you can understand me
Eu gosto muito, muito, muito de ti...
You know I love you, I love you, I love you, I really love you, I love you
You know I need you, I can't live without you
Não há ninguém como tu
Ca tem ninguem cima bo

Alo bonjour comment ça va
Mano do lado de lá
Mim m'ta bom e bo manê q'bo ta
Mano do lado de cá
Maybe together you and me
Mi ku bo, bo ku mim
Mi ma bo
Eu e tu, tu e eu

I know you can understand me
Maybe juntos together, forever happy
You know I love you, I love you, I love you, I really love you, I love you
You know I need you, I can't live without you
Não há ninguém como tu
Ca tem ninguem cima bo
Um só povo
Um só coração
One love
Amo-te bué
Amor grande no coração
A'.j

quarta-feira, 4 de Novembro de 2009

Os meus 3 livros

Poderia divagar entre palavras e fazê-las correr na direcção do vento, onde o seu sentido seria uma verdadeira incógnita e de dimensão infinita. A vida deve ser vivida com pensamento e coração, e no acreditar pleno de que a essência de cada dia, é um presente em cada amanhecer. É na força de acreditar que habita a alma de cada sorriso, é na esperança e na luta contra as contradições, que reside a realização dos sonhos, é no sentido de humanidade e humildade que nos encontramos a nós mesmos. A vida sem sentimento não seria vida, seria sim simplesmente um inócuo paradoxal, onde o desejo pela conquista e pelo saber, não passariam de meras futilidades. Nada na vida acontece por acaso, tudo tem um sentido lógico, e é nos pequenos acontecimentos que reside a importância dos mais importantes, assim como, a busca da felicidade, muitas vezes procurada em tudo aquilo de designação supérflua, encontra-se sim, onde menos esperamos e bem juntinho do nosso coração, pois o valor real da Felicidade, está no seu encontro de forma inesperada e não na sua procura.
Em toda esta exposição de ideologia de vida encontro a justificação sensata da minha escolha pessoal, dos meus escritores favoritos, num universo tão extenso, eles são indubitavelmente Nicholas Sparks, o meu predilecto, e Paulo Coelho. Eleger entre as suas obras, apenas três é controverso mas permissível, deste modo, em observância refiro de modo igualitário “As palavras que nunca te direi”, “O diário da nossa paixão” e “13 minutos”. Existe uma razão lógica para esta escolha pessoal, pois o sentimento mais puro e verdadeiro que existe na vida e que nos ilumina o coração e eleva a alma, é de modo crucial o Amor, quando sincero e verdadeiro, a sua extensão é ilimitada e é a força e o poder deste que nos faz validar que nunca é permitido desistir.
“As palavras que nunca te direi” é o reforçar explícito de que nada na vida acontece por acaso, independentemente das suas consequências ou controvérsias tudo tem um fundamento lógico, por mais irracional que o aparente ser. Viver um grande amor e sentir a perda abrupta deste é algo inexplicável, proporcionando uma turbulência de sentimentos que fundamentam a tentativa de desistência pessoal. No entanto, o desejo inerente na luta incessante pelos nossos sonhos já nos está de tal forma intrínseco, que no surgir de novas oportunidades de realização de sonhos e desejos, apesar do sentimento de insegurança e desprendimento, motivados por uma história de vida passada de tal forma marcante, a libertação destes é uma palavra obrigatória. O seu final poderá ser causador de lágrimas mas nunca deixará de ser uma aprendizagem existencial, por mais penoso que o seu formato o aparente ser, em que aprendemos que há lágrimas que conquistam sorrisos e há sorrisos que se conquistam com lágrimas.
“O diário da nossa paixão” é o sobreviver de um sentimento de beleza pura e inatingível que ultrapassa todas as contrariedades, independentemente das suas consequências, este assume aquilo que demais belo existe em si. Viver e sobreviver, nunca deixando a palavra desânimo entrar no vocabulário pessoal é precioso demais, sendo, deste modo, a prova concreta que é atingível, assim como, verdadeiro, basta acreditar, vivendo cada dia como um só, sem passado apenas com um futuro presente, sem limite de tempo ou espaço. Sendo o sorriso a força sentida em cada dia-a-dia.
“13 Minutos” é a luta por um sonho de vida contornado por lágrimas, ilusões, mas o mais importante de tudo por uma luta pessoal em que cada sonho pode ser real se houver persistência e perseverança. Ser feliz é o limite e se assim o for tudo é possível, onde nada acontece por acaso. Ir aonde nos leva o coração e nunca pedir a este o impossível, ou seja, que dure para sempre mas sim, que dure o máximo de tempo que puder e de forma ilimitada.
Estas três histórias enquadram-se por um único sentimento que não poderíamos viver sem a sua existência, pois nele existe alma e coração, onde a busca deste não se procura, simplesmente se encontra.
A alma da vida é dada na manhã de cada dia, onde o mais belo presente, é simplesmente, o amor.


Nívea Cabral
Assistente Operacional

terça-feira, 3 de Novembro de 2009

Insegurança e falsidade

Se dizem que no mundo existem 100 biliões de pessoas, nós dizemos que não… existem 100 triliões.
Nunca digo que conheço alguém, porque o que ela é para mim não é para os outros, o que ela diz aos outros não me diz a mim e, no final da minha aflição, descubro que ela não passa de uma mera mentira personalizada.
A pessoa verdadeira raramente existe e toda a maioria se produz em volta do seu modelo.
Copiam o corte de cabelo, a cor preferida, o estilo de música e até correm atrás dos mesmos rapazes.
Não achamos que isso seja muito mau, até porque a verdadeira desilusão chega quando mostra a sua verdadeira personalidade.
Talvez as pessoas façam isto por insegurança, mas quem neste mundo está seguro?
A toda a hora podemos ser atropelados, assaltados ou até imitados.
Talvez estejamos a dar demasiada importância à imitação, então quem nos imita não é nada mais nada menos que nosso admirador.
Pena que as pessoas não saibam usar a imitação para o bom sentido como a boa ética, a higiene. Há tanta coisa que se fosse imitada o mundo seria bem melhor.
Não pegamos em temas como pagar a casa ao banco ou comprar um carro às prestações, pois, pessoalmente, ainda não passámos por essa fase, mas também são casos de insegurança.
A publicidade enganosa e as promoções nunca são o que realmente aparentam.
Falamos apenas de pequenas grandes coisas que nos incomodam no nosso dia-a-dia, das situações por que passamos.
Talvez seja tudo uma questão de maturidade.
E apesar de não ser ético, inteligente é aquele que ganha bem a sua vida sem sequer pensar em quem atropela.
Atrevemo-nos a dizer que, neste mundo, já não se pode ser bom.
O mais interessante é que hoje somos as vítimas, ontem foram outras e amanhã iremos passar a vez.
O que menos queremos é aprender com esta situação, ainda corremos o risco de nos tornarmos iguais.
Todos têm um passado e devem aprender com ele, com os seus erros e com os erros dos outros.
Não devemos esquecer de falar em frente a um espelho antes de apontar o dedo a alguém.
Comparamos a falsidade a uma peça de teatro.
Ter talento para o teatro é muito bom, mas fazer da vida uma peça não é! Encenar o choro, o riso, a piada e a amizade é muito feio.
Um dia, essas pessoas vão sentir na pele todo o mal que fazem e esperamos que esse dia chegue em breve.
Talvez aí o mundo comece a ser mais justo.


Catarina Brites
Marlene Moreira
12G

quinta-feira, 29 de Outubro de 2009

Palavra

Com as palavras falamos,
Com as palavras escrevemos,
Com as palavras brincamos.
Não temos medo de as usar!
Dizemos o que sentimos,
Com apenas uma palavra…
Usamos um milhão delas,
Quando nos começamos a “stressar”!


Sem palavras,
Nada podias fazer…
Sentias-te preso, mesmo sem saber!!
As palavras são liberdade!
Da tua boca começam a soltar-se,
Escreve numa folha, livro, caderno…
Coloca a imaginação a funcionar!
Com as palavras,
Diz tudo o que sentes…
Sem preconceito, raiva,
O que vai no coração.
Não faças das palavras um problema!
Usa-as na verdadeira ocasião!!
Com as palavras és livre!!!


Vera Abreu (11ºC)

beijo

Os 3 livros que mais me marcaram

É muito difícil para mim escolher os três livros que mais me marcaram…porque foram muitos mais. Mas, sem dúvida que o meu primeiro livro vai ficar na minha memória e no meu coração para sempre. Ainda mal sabia ler e ofereceram-me o livro “João e Sofia e Coração de Palha” de Marcel Marlier. Este livro conta-nos a aventura de duas crianças e um espantalho (Coração de Palha) que ganha vida e os “arrasta” para uma deliciosa aventura.
“Vai aonde te leva o coração” de Susanna Tamaro, foi um livro que comecei a ler sem informação prévia, nem sequer a contracapa li mas gostei de tal forma do livro e da autora que a elegi uma das minhas escritoras favoritas e desde então já li vários livros dela. Este é um livro comovente que nos conduz às emoções de três gerações de mulheres.
Um livro mais recente e que foi “devorado” em poucos dias foi o livro “Crepúsculo” da Saga “Luz e Escuridão” de Stephenie Meyer. Já várias pessoas me tinham falado deste livro, já o tinha tido na mão várias vezes mas foi daqueles que vamos adiando dia para dia sem saber muito bem o porquê, talvez porque havia personagens que eram vampiros, e não me sentia entusiasmada para ler. Um dia decidi-me, e…a história acabou por me absorver por completo …no fim, ficou a sensação de “Oh! Que pena, terminou” mas ainda havia mais 3 livros da Saga para ler!


Cristina Silva
Assistente Operacional

terça-feira, 27 de Outubro de 2009

I closed my eyes let my imagination fly and wrote in this scrap paper what it wanted.
Maybe on a sunny day in the middle of a crowd I will find you.
You went away.
I asked myself why? But I couldn’t understand it.
The days became longer and the seconds shorter also because I found myself thinking of all the last minutes with you and I remember the timbre of your voice, the song of your smile, the sensuality of your touch and the taste of your kisses.
And after that I still can’t understand why.
Me and you…well me and you spent 20 minutes holding hands, we listened to the silence of our own words and the song of the stars.
But I believe one day I will find you.
I feel alone here. I feel the ground shaking under my feet because you aren’t here.
I fall to my knees, stretch out my arms and the only thing that I see is a vision. I let myself be carried by her and follow her. She is perfect, she is beautiful.
I went after the perfume carried by the wind, the footprint marked on the ground and in the way I pick up 17 precious stones to draw your name in the wetted sand by the wave of the sweet and loving sea. I lost you because it was only a vision.
I’m waiting for the night in hope to see you.
I counted the stars and finally I found you and I was enchanted by your shine.
And when I woke up all of this had been a dream because you went away.
A new day rose and I stayed here sad due to your absence.
I remember the last day that I saw you I remember the last words said: “I love you” only in my memories.
I ask myself again why? Bus as always I don’t find answers.
Today is a grey and rainy day, exactly the same as I feel: sad and with a wish to cry.
I look at myself in a pool of clean water and I hear a voice I can’t understand what this voice said but at the same time I Kwon that it is you.
The sky opens…the heat of the sun and the feeling that you’re with me make me feel happy.
I discover that you are far but at the same time near to me.
Anxious I’m waiting for the night…
I sit on the hard and cold ground to wait for a falling star to make a wish that I have on my mind for a long time but I’ve never had the opportunity to say in therefore I’m waiting…waiting for you.
I fall asleep.
I wake up in the morning and I discover that it was only my imagination flying…flying very high.

A'.j

terça-feira, 20 de Outubro de 2009

Os meus livros

Partilhar a experiência da leitura de um autor que nos marcou pelos seus escritos é motivo de grande satisfação.
O dom da partilha permite o crescimento e a felicidade de quem dá e de quem se disponibiliza a receber.
Desde a infância que guardo na memória alguns livros que se destacaram por diversos motivos.
Gosto, muito em especial, de livros que relatam histórias de vida em jeito de autobiografias e diários.
Tendo-me sido dada a oportunidade de escrever sobre um escritor e/ou livro (s), decidi partilhar convosco esta responsabilidade e “falar-vos” de dois livros de um mesmo autor que, no ano transacto, me impressionaram e ajudaram muito.
É um escritor contemporâneo que escreveu inúmeros livros sobre a Vida Espiritual de seu nome Henri Nouwen.
Henri foi um presbítero católico que leccionou em diversos Institutos e Universidades de Teologia na Holanda (seu país natal) e nos Estados Unidos da América.
Foram vários os livros que escreveu, mas destaco os seguintes “ A Caminho de Daybreak” e “Adam, o amado de Deus”.
Nouwen partilhou os últimos anos da sua vida com pessoas portadoras de deficiência mental, na comunidade L’ Arche, em Toronto, denominada Daybreak.
“ A Caminho de Daybreak” é um livro impressionante, em forma de diário, em que o escritor partilha a experiência passada na comunidade L’ Arche em Trosly, França. Foi um período de intensa vivência interior que o levou a uma alteração significativa de atitude e de vida. Foi nesse período que decidiu responder afirmativamente ao chamamento de integrar a comunidade L’Arche de Daybreak.
Depois deste livro não se pode deixar de ler “Adam, o amado de Deus” em que Nouwen relata a experiência forte e impressionante que estabeleceu com Adam que sofria de deficiência mental profunda.
São dois livros que marcam pela diferença e pela mensagem que transmitem. Vivemos uma época em que os valores essenciais e deveras importantes para se atingir a verdadeira felicidade estão esquecidos e/ou foram relegados para segundo plano. Uma sociedade que tende a esquecer o valor da sabedoria dos mais velhos e dos que não reúnem os padrões subjacentes ao consumismo.
Estes livros estão para além de uma ideologia religiosa. Penso que são livros transversais a todas as ideologias religiosas ou mesmo para os que se consideram agnósticos. São testemunhos exemplares de vida em prol dos que sofrem e dos que desejam viver intensamente as suas convicções.

5 de Outubro de 2009, Cecília Santos

sexta-feira, 16 de Outubro de 2009

Tem dias !

Os dias são curtos como as horas
Os minutos são grandes demais
Quando um segundo
Sem ninguém já aperta tanto
Sei que pareço uma trapezista equilibrada
Nas palavras que nao queria ouvir
Porque te prendi num sonho triste
Porque sonhaste, abriste as mãos
E fechaste os olhos
Precisava de uma pirueta
Que me tirasse daquele sonho
Um movimento de magia
Daquelas mãos que não eram minhas
Precisava dos teus olhos
Porque nao queria dizer "sim"
Aos teus lábios
Mas o teu coração esqueceu-se de ti
Fiquei com medo que o meu abrandasse
Por te sentir sufocado
E eu só soube dizer:
"Tem dias..."
E nessa noite não parou de chover

A'.j
11ºJ

domingo, 11 de Outubro de 2009

Corpos perfeitos

Existem inúmeros ditados populares engraçados e que, por vezes, são certeiros.
Mas há um que parece um pouco cruel neste contexto, aquele que diz que “o corpo é sempre o espelho da alma”.
Acho que as pessoas, hoje em dia, sofrem com o corpo que têm e considero isso uma injustiça.
E agora que se aproxima o Verão, as preocupações com o físico podem tornar-se uma obsessão. Recorremos a cirurgias plásticas para ficarmos parecidos com o Brad Pitt ou Angelina Jolie, mas não nos lembramos dos riscos que corremos, e, mais tarde, poderemos vir a arrependermo-nos da decisão tomada.
Como já disse, O verão está a chegar, isso é um facto, e com isto aparecem logo as dietas. Aquelas onde se quer perder aqueles quilinhos a mais, que ganhamos no Inverno, é sempre assim!
Actualmente, há cerca de 300 milhões de obesos em todo o Mundo e 3 milhões deles são crianças, logo poderemos prever que o futuro poderá ser um pouco assustador.
E a obesidade é uma doença seria, não é “uns quilinhos a mais”, e como é óbvio um obeso não perde peso com uma simples dieta.
Para mim, o sofrimento de um obeso é simultaneamente interior e exterior, por duas razoes: a primeira, porque um obeso tem problemas que o levam à morte, ou seja esta doença acarreta um rol de doenças, tais como a diabetes, doenças cardiovasculares, entre outras; a segunda porque é evidente que ninguém gosta de se ver ao espelho quando tem um corpo onde não se revê.
É certo e sabido que estas pessoas sentem uma pressão e discriminação social e uma discriminação grave, porque quando temos um obeso extraordinariamente competente, mas ao lado uma pessoa menos competente, mas no entanto magra, é fácil de adivinhar quem é que consegue o emprego.
Para nós, tudo pode ser um defeito. Mas a aparência física é incontornável nos relacionamentos entre as pessoas.
Quando um simples passo foge ao nosso alcance, a sociedade condena a obesidade e valoriza a magreza como sinal de beleza. E essa valorização pode tornar-se excessiva, o que faz com que haja uma busca incansável pelo corpo perfeito.
Mas afinal o que é um corpo perfeito?
Há uns tempos atrás, Darwin poderia responder-me a esta pergunta, pois segundo Darwin, os homens odeiam mulheres magras. Hoje, poder-se-á dizer que os homens adoram corpos perfeitos. Mas para tal, temos que ultrapassar uma luta diária para ser aceite na sociedade.
Um pouco d exercício físico, uma dieta equilibrada e resistir ao desejo de um chocolate, é a receita fundamental para ter um corpo perfeito.
Com a globalização da moda, os modelos tornaram-se um padrão de beleza, para nós.
Mas serão eles perfeitos?
Afinal, nós nascemos com corpos diferentes.

A’.j
11ºJ